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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Análise: The Theory of Everything(A Teoria de Tudo)


A Teoria de Tudo conta a história do cientista Stephen Walking (Eddie Redmayne), e a relação com sua primeira esposa a aluna de Cambridge Jane Wide (Felicity Jones), além é claro de seus estudos científicos e sua doença. O filme é baseada em uma obra de mesmo nome escrita por ela.
Várias questões são levantadas no decorrer da história, como o confronto entre o ateu e o crente, já que o mesmo se declara ateu e ela pertence a igreja católica, mas a história não se trata necessariamente disso, são apenas algumas pinceladas entre conversas.
O filme vai tratar mais profundamente da relação entre ambos, e a doença do Stephen chamada de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), que acarreta na perda de movimentos musculares, e apesar das tentativas dele em não prosseguir com o relacionamento, é claro que pra evitar que ela sofra junto com ele. Jane insiste e os dois ficam juntos, ele continuou estudando e formulando novas teorias, e lidando com o avanço de sua doença.


A história e a forma como o filme a constrói é muito bonita, todas as cenas de passagens de tempo, como a do casamento, ou a do crescimento dos filhos, são feitas para realmente te envolver no drama dos personagens.
É preciso falar também das atuações e a entrega dos atores, o interprete do Stephen realmente se transforma e a todo o tempo nos remente a figura original do cientista, ele já garantiu um globo de ouro e é a minha aposta para o Oscar. E a sua companheira também não fica atrás, principalmente pela abordagem mais humana dada a personagem.




Uma grande história é o que resume A Teoria de Tudo, mostrada de uma forma leve, mesmo com a carga dramática que envolve em se lidar com uma doença. Mérito também ao não entrar em qualquer discussão ofensiva de cunho religioso ou cientifico, ou até mesmo amoroso.

2 comentários:

  1. Estou louca para assistir esse filme, além de parecer muito bem montado, seu maior atrativo é sem sombra de dúvidas a história de um dos maiores cientistas de todos os tempos, além de ser uma lenda viva. Stephen surpreende com sua inteligência e não permite que suas "limitações" físicas o impeçam de continuar a se destacar com grandeza em sua área.

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    1. Sim, é filme ´´e realmente muito bom.

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